sábado, 9 de outubro de 2010

tocou pra mim no player


Lay beside me
Tell me what they've done
Speak the words I wanna hear
To make my demons run
The door is locked now
But it's opened if you're true
If you can understand the me
Then I can understand the you

Lay beside me
Under wicked skies
Black of day
Dark of night
We share this paralyze
The door cracks open
But there's no sun shining through
Black heart scarring darker still
But there's no sun shining through
No, there's no sun shining through
No, there's no sun shining...

What I've felt
What I've known
Turn the pages
Turn the stone
Behind the door
Should I open it for you?

Yeah!
What I've felt
What I've known
Sick and tired
I stand alone
Could you be there
'Cause I'm the one who waits for you
Or are you unforgiven too?

domingo, 12 de setembro de 2010

I'm on the right road now

Ah, como é bom olhar pra trás e ver que tudo valeu a pena. Sei que é clichê dizer isso, mas vencer pelo próprio esforço, por mais penoso que seja, é realmente a sensação mais gratificante que já senti. E vejo isso cada dia mais nitidamente.
Novos obstáculos surgem a todo momento, mas ser capaz de ir em frente ainda assim e enfrentar cara-a-cara as dificuldades e o medo é o que nos torna maduros o bastante pra merecê-los. Digo, mais uma vez citando um clichê, "não nos é dado mais do que podemos suportar": só passamos pelo que precisamos passar, por motivos que desconhecemos mas que, verdadeiramente, não importam tanto assim.
Outro dia uma amiga me disse "estamos exatamente onde queríamos, não onde sonhávamos"; isso me vem à cabeça todos os dias. A cada minuto penso em como mudamos nossos planos - algumas vezes somos forçados a isso - sem que percebamos realmente como acontece. Em um dia imaginamo-nos de um jeito, em outro a frente nos olhamos no espelho e vemos o quão distantes estamos dos nossos antigos sonhos. É estranho e dói um pouco. Mas, olhando com outros olhos, aqueles de alguém que quis muito chegar onde está, vejo que podia estar em outro lugar, em outro ritmo, fazendo tudo diferente, mas estou aqui. E acho, sinceramente, que dobrando as esquinas dessa coisa estranha que virou o destino, posso ser (e estou) feliz assim mesmo.

Não sei por que, mas de algum modo sinto que estou no caminho certo.
=)

sábado, 11 de setembro de 2010

why you had to hide away for so long?


Mr. Blue Sky

Sun is shinin' in the sky
There ain't
A cloud in sight
It's stopped rainin'
Ev'rybody's in a play
And don't you know
It's a beautiful new day
Hey, hey, hey

Runnin' down the avenue
See how the sun shines
Brightly in the city
On the streets
Where once was pity
Mister blue sky
Is living here today
Hey, hey, hey

Mister blue sky
Please tell us why
You had to hide away
For so long
Where did we go wrong? (2x)
Hey, you
With the pretty face
Welcome
To the human race
A celebration
Mister blue sky's up
There waitin'
And today is the day
We've waited for
Ho, ho, ho

Mister blue sky
Please tell us why
You had to hide away
For so long
Where did we go wrong?

Hey there mister blue
We're so pleased
To be with you
Look around
See what you do
Everybody
Smiles at you (2x)

Mister blue sky
Mister blue sky
Mister blue sky

Mister blue
You did it right
But soon comes
Mister night
Creepin' over
Now his hand
Is on your shoulder
Never mind
I'll remember you this
I'll remember you this

Mister blue sky
Please tell us why
You had to hide away
For so long
Where did we go wrong? (2x)

Hey there mister blue
We're so pleased
To be with you
Look around
See what you do
Ev'rybody smiles at you

terça-feira, 27 de julho de 2010

perdão.

Seus olhos entreabertos choravam de tanto combater o sono. Era já a terceira noite em que não conseguia tirar tudo o que vinha acontecendo nos últimos tempos da cabeça e descansar; como simplesmente fechar sua mente e esquecer tudo aquilo?
Todas as vezes em que havia tentado manter-se indiferente, silenciar quando algo gritava dentro dela, tudo o que havia mudado e agora estava igual novamente... visões e lembranças voltavam como flashes a todo o tempo.
Impossível apagar o que já foi, e impossível prometer que não ia acontecer tudo novamente. Tinha consciência de que estava sempre errava, culpava-se, mas não sabia ser diferente. Era o seu modo. Era ela.
Quando já não conseguia mais manter-se desperta, lutando contra todos aqueles pensamentos, uma desconsolada calma a invadia, inexplicada.

No outro dia, deixou apenas um bilhete:
"Vai ficar tudo bem. É sempre assim. Se não for aqui, agora, será lá, depois. Estou mesmo indo embora".

terça-feira, 20 de julho de 2010

ego-cêntrica

Encho-me de mim pra escrever estas linhas; porque eu sou feita de mim mesma. Sou inteira eu. Preciso-me e basto-me.
Às vezes também preciso de outrem, a personalidade humana me fascina - mas também me assusta. Dispo minha alma, abro aquele livrinho oculto para que alguém o leia. Ah, se soubessem o quão meu ego é disfarçadamente inflado a cada vez que tenho a chance de mostrá-lo, os que se importam ao menos um pouco comigo tentariam achegar-se a mim mais vezes.
Mas também não suporto que se aproximem demais. Se a proximidade chega a ser muito grande, preciso doar-me mais do que me é permitido. Sinto falta de mim. Deixo de ser inteira, vou sendo gradativamente decifrada. Meu íntimo incógnito começa a ser desvelado... quando vejo, onde estou?

Nostalgio minha introspecção, nostalgio minha solidão.
Sou melhor comigo.
Meu egoísmo se revela cada vez mais.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

"E essa febre que não passa, e meu sorriso sem graça"

Às vezes parece que tentar não é suficiente; desistir passa a ser, então, a melhor opção.
Às vezes, demonstrar o que sentimos nos torna fracos; basta então o silêncio.

O silêncio.
Aquele que nos torna invisíveis.
Ah, como eu queria!

Enquanto isso não é possível, no mínimo um abraço enquanto escorrem lágrimas quentes que desvelam meu maior íntimo.
Lágrimas que revelam meus medos infantis, minha incapacidade de ser plenamente,
mas escondem meu maior segredo.
Camuflam uma realidade deturpada por visões diferentes.

Almas diferentes. Corações diferentes.

domingo, 4 de julho de 2010

angústia

"Algo em mim dói, apenas dói
Não sei o quê, apenas sinto.
Tão infinito, flui, corrói
e lentamente mata, destrói
A sentinela em meu instinto.

É algo que dói assim somente
Não por doer ou existir...
Mas toda dor é ser ausente
Estar em todo o não presente
Jamais ficar, nunca partir.

Algo me dói, ai como cansa
A repetição desse doer...
E nenhum tino de eesperança
Faz essa dor tornar-se mansa
Para quem sabe me esquecer."

Marcus di Philip